segunda-feira, 9 de março de 2015

Ser cristão

Por muitas vezes o silêncio me apanhou ao observar que o ''ser cristão'' estava deturpado.
Encontrei uma família que colocou com amor e serenidade as palavras no silêncio

Está tudo certo

É preciso ser nada, para ser tudo... eis o paradoxo.... é preciso deixar os nossos rótulos de nome, sobrenome, pai, mãe, filho, profissão, e tudo o mais que é relativo à personalidade, para não mais fortalecer o ego, para deixá-lo morrer sem nenhuma identidade e, como disse o “Mestre”, é preciso nascer de novo para poder viver a vida eterna.... Nos sentimos parte da Grande Família da Criação Universal e empenhamo-nos pela ampliação da Consciência  bem como da integração de todos os seres em Um Só Coração e na busca da harmonização de todas as formas de vida com nossa Mãe Terra, reverenciando a sabedoria de nossos ancestrais e as descobertas de nossos contemporâneos.
Refletindo sobre idas à Israel, à Índia e outros lugares espirituais, percebemos que fazemos parte, vivemos dentro de uma cultura cristã, mas o cristianismo mais parece algo tradicional, um elemento cultural que precisa ser conservado como antiguidade.
A nossa verdade, que nossos olhos vêem, que nosso coração sente, é que a maioria dos cristãos,  não possui o espírito do “Cristo”, apenas os costumes externos e, em nome de um cristianismo, muitos são perversos, injustos, intolerantes...
Hoje percebemos profundamente que “ser cristão” é seguir os passos do “Mestre” e não fazer dos escritos sobre Ele, textos de conformismo e vulgaridade.
É preciso parar, urgente, de olhar para fora com olhos de sonhos e olhar para dentro com olhos que acordam. Despertá-lo a partir de nossas entranhas e comungar com um coração novo para amar plenamente tudo o que vive em nosso planeta, pois é com total certeza que podemos afirmar que não conhecemos o Mestre enquanto Ele nos pareça lógico, enquanto seja fácil segui-lo.
Hoje em dia, nos deparamos com muitos cristãos cansados e vazios...
Que a “Luz” que vem sobre a Terra nesse momento tão importante de transição na história da humanidade, não nos deixe esquivarmos de nossas responsabilidades, mas que o vazio interno esteja pronto para receber o “Cristo” que ora retorna em cada um de nós. Que não se busque somente o templo externo, mas a comunhão com “Aquele” que nos conduzirá à verdadeira felicidade, aquilo que vive além do tempo e que move a nossa existência no sentido do “ser”.
É muito importante largar os pensamentos, os desejos e as emoções (que fazem parte da dualidade desse mundo de ilusões e desilusões) e abandonar-se completamente a essa “Luz” que adentra em nosso ser, levando a  consciência, nos momentos de prece e meditação, ao centro do peito, prestando atenção à sua respiração e indo de encontro ao “Mestre Interior”, a Presença Crística do seu “Eu Superior”.
É muito importante também, na vida cotidiana, a postura sincera de humildade diante dos semelhantes e de simplicidade em todas as coisas da vida, em conjunto com a ética e integridade, sempre fixando a sua consciência no “aqui-agora”, a grande realidade de nossa eternidade, rumo ao estado de “unidade” com a Fonte da Vida e de Luz.

 Paz, Luz & Amor!!! Hare Cristo!  Hare Krishna! Namastê!
Família Era Dourada Ashram

Pós Piracanga

Irmão!, quanta sabedoria no olhar interno,e nesse observar se, o que vem?
Em mim por vezes vem a ação contrária que  julgava ser a acertiva.
Por ter essa visão do todo coletivo.
E em outros momentos vem a estagnação por observar me intimamente egoísta, fugindo de mim para ser aceito por fora.
Porém Piracanga, com sua magia nada seria sem vocês que estavam lá sendo os ingredientes, espelhos, para fazermos todos esta maravilhosa reflexão.
Refletiu minhalma em  seus sorrisos,refletiu amor o fraterno, na sabedoria e na alegria.
Sem nossos espelhos, Piracanga seria uma casa de mestres, entornando  o suco do conhecimento, no copo cheio de nossas mentes tão sábias dessa visão egoísta, que carregamos sobre de nós mesmos.
Olhei dentro de mim sob tantos diferentes ângulos, vi o amor,vi a ignorância, a prepotência,a fraternidade pura e verdadeira.
Tudo em 9dias com 58 espelhos diferentes.
Hoje vejo cada vez mais um eu.... vazio,feliz,assustado,carente e pronto para esta jornada de aprendizagem espelho pelas auras que me esperam ser acessadas.
Sinto que sou parte de uma familia alinhada por Piracanga.
Sinto o amor rosa,verde,violeta e vermelho.
Sinto a paz e insegurança de me ver tão mais frágil do que julgava ser quando o ego eram as lentes que ajustava a miopia da vida externa.
Olhar para dentro exige coragem e determinação, por vezes olhamos nos assustamos e nos fechamos lá dentro.
Porém com o ecoar da verdade evolutiva, o medo passa o recolhimento fortalece e nos vemos prontos para ser o que somos.
Gratidão Universo, Deus,Vida.

domingo, 8 de março de 2015

Leitura de Aura(como funciona?)

Em  retiro espiritual fui agraciado com o curso de leitura de aura.
Explicar este procedimento é simples se o leitor compreender que tudo é energia.
Não há ligações espirituais ou mediúnicas, é a comunicação do ser divino (eu espiritual).

Este texto explica com detalhes a técnica de leitura de Aura,estou oferecendo leituras grátis para concluir a formação  terapêutica.

Leitura de Aura
A aura é a designação que se dá ao campo energético que envolve o nosso corpo físico.
A aura contém as informações sobre tudo o que nos acontece e a forma como reagimos ao que nos acontece. Pensamentos e emoções alteram este campo energético o qual, ao longo do dia, poderá assumir diferentes cores do espectro eletromagnético.
No entanto, apesar de toda esta efemeridade colorística, há cores que prevalecem e que indicam de uma forma mais geral a personalidade e, eventualmente, as características espirituais da pessoa.
Durante uma sessão de Terapia de Leitura da Aura, estas e muitas outras informações importantes são veiculadas pelo espírito do consulente podendo tomar-se esta terapia e com toda a justiça, por conseguinte, como um diálogo estabelecido entre o espírito do terapeuta e o espírito do consulente sendo que este último é que vai ser o verdadeiro orientador da sessão no sentido em que é o espírito da pessoa que é lida que seleciona e transmite as imagens que para si são importantes naquele momento que o consulente tome consciência assumindo o terapeuta um papel de intermediário entre o espírito do consulente e o consulente.
A Leitura de Aura começa com a leitura das cores, das imagens e das mensagens associadas a uma rosa criada no plano astral pelo terapeuta e que representa o espírito no momento presente.
Nesta fase, diversas informações são transmitidas à pessoa podendo, eventualmente, estas configurarem o tema da leitura que o espírito selecionou ao longo das fases seguintes.
Nesta fase, por exemplo, algumas situações desagradáveis pelas quais a pessoa está a passar ou situações em que a pessoa se veja numa fase da vida em que tem de tomar decisões e não sabe quais as consequências de cada uma, podem aflorar.
Através da tomada de consciência desta primeira fase já está a iniciar-se o processo de cura.
De seguida, são passadas diversas informações importantes para a pessoa nomeadamente a identificação de obstáculos ou interferências na comunicação entre o espírito e Deus, a fase da vida em que a pessoa se encontra (fase de recolha de informação, fase de triagem de informação para tomada de decisões, fase de integração, etc) bem como o grau de evolução espiritual da alma aqui na Terra.
À medida que as informações vão sendo disponibilizadas, as mesmas vão sendo limpas pelo terapeuta.
Os acordos energéticos são consultados em seguida.
O espírito do consulente pode ter realizado vários acordos com os espíritos dos pais, irmãos, filhos (existentes ou futuros), companheiros (existentes ou futuros), colegas de trabalho e subordinados e superiores hierárquicos ou qualquer outra pessoa.

Nesta fase, a pessoa passa a compreender a razão de ser de diversas relações (kármicas ou dhármicas) com outras pessoas bem como o seu eventual carácter repetitivo.

Em seguida, são consultadas as vidas passadas da pessoa mediante o conhecimento e tomada de consciência das quais, diversas situações que foram carregadas para a vida presente e que estão a ser vivenciadas no momento presente pelo consulente, podem agora ser curadas e integradas.

Nesta fase, além da identificação de diversos padrões repetitivos em que a pessoa se encontra presa e da qual se pode libertar com a Leitura da Aura, também são identificados os dons que a pessoa tem e dos quais ainda, pode eventualmente, não ter tomado consciência e que se traduzem em potencialidades a redescobrir na encarnação presente.

Aura humana
A Leitura de Aura, para além de ferramenta de diagnóstico, é usada para limpeza e reequilíbrio energético, sendo esta componente de cura extremamente importante.

No decurso de uma leitura, a aura vai sendo reequilibrada energeticamente, os bloqueios vão sendo tornados conscientes e limpos em seguida e os chakras harmonizados, de forma que a pessoa, no final da sessão, esteja alinhada com o seu propósito de vida.

A Leitura da Aura permite ainda identificar: as aprendizagens a realizar nesta vida a sua personalidade ou personalidades e a origem da mesma as razões de um comportamento, por vezes, auto-nocivo o estado de cada chakra e a forma como este está a influenciar a pessoa, as situações em que se encontra e as suas escolhas.

A leitura deve ser realizada quando sentir que o seu potencial não está a ser plenamente aproveitado, quando se sente apático ou “perdido” com os pensamentos e emoções confusas ou quando ainda não se apercebeu do seu verdadeiro propósito.

Quer experimentar uma leitura grátis
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As consultas podem ser gravadas e, no final, poderá ser entregue um CD/DVD com a gravação. Duração: 1.5h – 2h
Venha conhecer esta ferramenta e pode deixar seu testemunho aqui.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Fechando as portas

25Anos de dedicação e amor foram por mim dedicados ao universo da Tecnologia de segurança eletrônica.
Encerro hoje este ciclo.
Foram mais de 5000 Sistemas implantados e outros tantos manutenciados.
Foi na segurança eletrônica que descobri a mim mesmo.
Foi trabalhando que conheci 413 cidades de diversas partes do mundo.
Foram dias complexos de grande tensão e muita diversão, e dias negros de conflitos, em busca da ética e do valor profissional, que de certa forma foram alcançados.
Assim foram 25 Anos,crescendo com  um segmento que não tem sua identidade funcional reconhecida, e que vem evoluindo vertiginosamente, para atender a demanda de segurança de uma população que cresce insegura,e que busca na tecnologia a sensação de proteção.
Deixo alguns pupilos e com muito respeito agradeço aos meus mestres de campo e de laboratório pelos ensinamentos a mim ofertado.
Hoje foi o dia em que todos estes anos passaram por minha memória,como um filme de ação aventura e suspense.
Verificando documentos antigos pude observar quantas aventuras e desventuras 25anos de dedicação profunda pode trazer a um indivíduo que se entrega ao seu oficio,por amor valor e respeito.
E isso ninguém pode tirar de mim, houve honra pelo oficio abraçado.
Chorei lágrimas solitárias de saudade e frustração por não conseguir vencer o sistema hipócrita que vende o que não é, oferecendo a falsa proteção.
Saio abatido e triste por não conseguir fazer da Segurança Eletrônica o ofício do trabalho com amor  justiça, não a crítica que me classificou como utópico e asso o título de visionário,  crendo que o legado das boas práticas,desenvolvidas ,por mim e por todos que amam esta profissão possam se transformar um dia em atos oficializados de uma profissão.

Sorri o riso contido por saber que cada segundo aplicado neste segmento me foi dado como ferramentas de desenvolvimento para a nova jornada da vida profissional a que me lançou o destino.
Creio cada dia mais nas palavras de um sábio mestre que com um sorriso sincero e maroto sempre me dizia nos momentos mais dolorosos desta jornada profissional:
Está tudo certo.
E é com alegria que compreendo que sem o laboratório de dedicação erros e acertos, seria eu tão somente mais um engolido pelo sistema minerário e estaria trabalhando 12hrs por dia, chegando em casa catatônico sem conhecer meus vizinhos nem desfrutar da  presença da família.
Sempre esteve tudo certo, eu precisava viver este aprendizado na prática para poder auxiliar aos que ficam neste sistema.
Não poderia auxiliar sem compreender e para compreender era preciso experimentar todos os estágios do processo.
E isso leva uns bons 20anos, no meu caso 25 para que eu pudesse desfazer o caminho com respeito.

Gratidão é o que sinto,por cada equipe treinada,sistema implantado,cabo puxado,projeto concluído.

Com o peito doendo a dor do final e a alma lavada com a certeza de que fiz o que pude fazer encerrar este dia foi como começar uma nova vida,para um novo recomeço.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Ame se Ame


**Ame se respeitando a palavra que  sai da sua boca.
Honre suas palavras.
Honrar a si é honrar a Deus.
Seja você, por você e para você.
Assim quando o doar for para o próximo, antecipado estará oferecendo o melhor de você""*

Meditar e Falar

Olha o carnaval ai gente!.
Para os foliões, que a alegria seja constante,nada poderá tirar essa felicidade, seu coração esta feliz seu corpo está preparado para a folia, descansado e tudo foi bem programado para as festas.
Propague a alegria e felicidade onde for,contagie se de fraternidade e bom humor.
Xô chatos,críticos estressados, longe deles.

VAI FICAR EM CASA?

Para os que preferem o refúgio para dentro é um bom momento para exercitar a meditação.
Observar o silêncio da casa, observar a intima relação você com você mesmo (a). Que tal refletir.

VEJA O LADO BOM.
Observemos que o pensamento critico é o primeiro a se manifestar
Lembremos de ouvir o que expessamos,sentir passar com clareza a intenção de nossa palavra.

"*Em festa ou em intimo pensar
Observemos atenta o que a mente tem para nos contar.
Exercitemos a comunicação silenciosa, preletando no íntimo aquilo que pretendemos falar.
Trazendo na comunicação a energia do amar.*"

No silêncio da meditação encontramos a impecabilidade da palavra, transmitindo com amor a intenção da expressão.

""Aprendemos a compreender a ação do outro, questionando e expressando respeito na comunicação.
Exercitando a meditação estaremos seguros  para qualquer tipo de conversas,  para os momentos em que o silêncio não for uma opção.*"
**

Ame se.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Física Quântica

A Física Quântica: o que é, e para que serve?
  Já faz cem anos que Planck teve de lançar mão de uma expressão inusitada para explicar os seus resultados da medida da intensidade da radiação emitida por um radiador ideal
- o corpo negro - levando-o assim a estabelecer o valor de uma nova constante universal que ficou conhecida como a constante de Planck.
A partir daí, e também em função de outras experiências que apresentavam resultados igualmente surpreendentes no contexto da mecânica de Newton e do eletromagnetismo de Maxwell, os pesquisadores do começo do século passado se viram obrigados a formular hipóteses revolucionárias que culminaram com a elaboração de uma nova física capaz de descrever os estranhos fenômenos que ocorriam na escala atômica; a mecânica quântica.
Esta teoria, com a sua nova conceituação sobre a matéria e os seus intrigantes postulados, gerou debates não só no âmbito das ciências exatas mas também no da filosofia, provocando assim uma grande revolução intelectual no século XX.
Obviamente que, além das discussões sérias e conceitualmente sólidas, as características não cotidianas dos fenômenos quânticos levaram muitos pesquisadores, e também leigos, a formular interpretações equivocadas da nova teoria, o que infelizmente, ainda nos nossos dias, atrai a atenção das pessoas menos informadas.
Mas, no final das contas, quais são estes efeitos tão estranhos dos quais estamos falando e qual é a sua relevância para o nosso cotidiano, se existe alguma? Bem, para provar que não estamos falando de coisas inúteis, comecemos pela segunda parte desta pergunta.
O leitor certamente se surpreenderia se disséssemos que sem a mecânica quântica não conheceríamos inúmeros objetos com os quais lidamos corriqueiramente hoje em dia.
Só para se ter uma idéia podemos mencionar o nosso aparelho de CD, o controle remoto de nossas TVs, os aparelhos de ressonância magnética em hospitais ou até mesmo o micro-computador que ora usamos na elaboração deste artigo.
Todos os dispositivos eletrônicos usados nos equipamentos da chamada high-tech só puderam ser projetados porque conhecemos a mecânica quântica.
A título de informação, 30% do PIB americano é devido a estas tecnologias.
Esperando ter convencido o leitor de que estamos longe do terreno da especulação, vamos, então, abordar a primeira parte da pergunta acima lançada.
O que é a mecânica quântica?
A mecânica quântica é a teoria que descreve o comportamento da matéria na escala do "muito pequeno", ou seja, é a física dos componentes da matéria; átomos, moléculas e núcleos, que por sua vez são compostos pelas partículas elementares.
Muito interessante mas…o que isto nos traz de novo?.
A fim de podermos apreciar as novidades que a física quântica pode nos proporcionar, vamos estabelecer alguns conceitos clássicos que nos serão muito úteis adiante.
O primeiro conceito é o de partícula. Para nós este termo significa um objeto que possui massa e é extremamente pequeno, como uma minúscula bolinha de gude. Podemos imaginar que os corpos grandes sejam compostos de um número imenso destas partículas. Este é um conceito com o qual estamos bem acostumados porque lidamos diariamente com objetos dotados de massa e que ocupam uma certa região do espaço.
O segundo conceito é o de onda. Este, apesar de ser também observado no nosso dia a dia, escapa à atenção de muitos de nós. Um exemplo bem simples do movimento ondulatório é o das oscilações da superfície da água de uma piscina.
Se mexermos sistematicamente a nossa mão sobre esta superfície, observaremos uma ondulação se afastando, igualmente em todas as direções, do ponto onde a superfície foi perturbada.
O caso particular aqui mencionado é o de onda material, ou seja, aquela que precisa de um meio material para se propagar (a água da piscina no nosso caso).
Entretanto, esse não é o caso geral. Há ondas que não precisam de meios materiais para a sua propagação, como é o caso da radiação eletromagnética.
Aqui, a energia emitida por cargas elétricas aceleradas se propaga no espaço vazio (o vácuo) como as ondas na superfície da piscina. Apesar da sua origem mais sutil, a radiação eletromagnética está também presente na nossa experiência diária.
Dependendo da sua frequência ela é conhecida como: onda de rádio, FM, radiação infravermelha, luz visível, raios-X e muito mais.
Pois bem, até o final do século XIX tudo o que era partícula tinha o seu movimento descrito pela mecânica newtoniana enquanto que a radiação eletromagnética era descrita pelas equações de Maxwell do eletromagnetismo.
O que ocorreu no primeiro quarto do século XX foi que um determinado conjunto de experiências apresentou resultados conflitantes com essa distinção entre os comportamentos de onda e de partícula.
Estes resultados podem ser resumidos em uma única experiência que passamos a descrever, em seguida, na sua versão clássica.
Imagine que uma onda, material ou não, incida sobre um anteparo opaco onde haja duas fendas .
Cada uma das fendas passa então a ser fonte de um novo movimento ondulatório.
Uma característica fundamental deste movimento é o fenômeno de interferência, que reflete o fato das oscilações provenientes de cada uma das fendas poderem ser somadas ou subtraídas uma da outra.
Colocando-se agora um segundo anteparo, distante do primeiro, onde iremos detetar a intensidade da onda que o atinge, observaremos como resultado uma figura que alterna franjas com máximos e mínimos da intensidade da onda. Esta é a chamada arranjo experimental.
Vamos agora repetir a mesma experiência com a diferença que, ao invés de ondas, incidimos partículas sobre o primeiro anteparo.
O que ocorre nesta nova situação é a presença de duas concentrações distintas de partículas atingindo o segundo anteparo.
Aquelas que passam por uma ou outra fenda, Este seria, portanto, o resultado esperado pela física clássica.
Entretanto, quando esta experiência é feita com partículas como elétrons ou nêutrons, ocorre o inesperado: forma-se no segundo anteparo uma figura de interferência na concentração de partículas que a atingem.
Ainda mais estranho é a repetição desta mesma experiência com apenas uma partícula.
Ela passa pelo primeiro anteparo e atinge o segundo em apenas um ponto.
Vamos, então, repetir esta mesma experiência um número enorme de vezes.
O resultado é que em cada experimento o ponto de deteção no segundo anteparo é diferente. Entretanto, sobrepondo todos os resultados obtidos nos segundos anteparos de cada experiência obtém-se, novamente, a mesma figura de interferência da figura anterior!
Assim, mesmo falando de apenas uma partícula, nos vemos obrigados a associá-la a uma onda para que possamos dar conta da característica ondulatória presente no nosso exemplo.
Por outro lado, devemos relacionar esta onda à probabilidade de se encontrar a partícula em um determinado ponto do espaço para podermos entender os resultados de uma única experiência de apenas uma partícula.
Este é o chamado princípio da dualidade onda-partícula.
Um outro fato intrigante ocorre quando tentamos determinar por que fenda a partícula passou.
Para resolver esta questão podemos proceder fechando uma das fendas para ter certeza que ela passou pela outra fenda. Outra surpresa: a figura de interferência é destruida dando lugar a apenas uma concentração bem localizada de partículas, a daquelas que passaram pela fenda aberta!
Portanto, ao montarmos um experimento que evidencia o carater corpuscular da matéria, destruimos completamente o seu carater ondulatório, ou seja, o oposto ao caso com as duas fendas abertas. Este é o princípio da complementaridade.
De uma forma geral podemos interpretar os resultados do experimento aqui descrito como os de um sistema sujeito a uma montagem na qual o seu comportamento depende de alternativas A e B (no nosso caso, a passagem da partícula por uma das fendas).
Enquanto que na mecânica clássica o sistema escolhe A ou B, aleatoriamente, na mecânica quântica estas duas alternativas interferem.
Entretanto, ao questionarmos, ou melhor, medirmos, por qual alternativa o sistema opta, obteremos o resultado clássico.
Um sistema quântico, ao contrário do clássico, só pode ser descrito através das possíveis alternativas (não necessariamente apenas duas) que a nossa montagem apresente para ele.
A onda associada ao sistema carrega a possibilidade de interferência entre as diferentes alternativas e é a informação máxima que podemos ter sobre o sistema em questão.
A aplicação desta teoria a problemas nas escalas atômicas e sub-atômicas apresenta resultados como a quantização da energia ou o tunelamento quântico que, por si só, já mereceriam a elaboração de um outro artigo para que o leitor pudesse apreciá-los.
O mais interessante é que a mecânica quântica descreve, com sucesso, o comportamento da matéria desde altíssimas energias (física das partículas elementares) até a escala de energia das reações químicas ou, ainda de sistemas biológicos.
O comportamento termodinâmico dos corpos macroscópicos, em determinadas condições, requer também o uso da mecânica quântica.
A questão que nos resta é então; por quê não observamos estes fenômenos no nosso cotidiano, ou seja, com objetos macroscópicos? Bem, há duas razões para isso.
A primeira é que a constante de Planck é extremamente pequena comparada com as grandezas macroscópicas que têm a sua mesma dimensão.
Baseados neste fato, podemos inferir que os efeitos devidos ao seu valor não nulo, ficarão cada vez mais imperceptíveis à medida que aumentamos o tamanho dos sistemas.
Em segundo lugar, há o chamado efeito de descoerência.
Este efeito só recentemente começou a ser estudado e trata do fato de não podermos separar um corpo macroscópico do meio onde ele se encontra.
Assim, o meio terá uma influência decisiva na dinâmica do sistema fazendo com que as condições necessárias para a manutenção dos efeitos quânticos desapareçam em uma escala de tempo extremamente curta.
Entretanto, as novas tecnologias de manipulação dos sistemas físicos nas escalas micro ou até mesmo nanoscópicas nos permitem fabricar dispositivos que apresentam efeitos quânticos envolvendo, coletivamente, um enorme número de partículas.
Nestes sistemas a descoerência, apesar de ainda existir, tem a sua influência um pouco reduzida, o que nos permite observar os efeitos quânticos durante algum tempo. Uma aplicação importante para alguns destes dispositivos seria a construção de processadores quânticos, o que tornaria os nossos computadores ainda mais rápidos. Nesta situação a minimização dos efeitos da descoerência é altamente desejável pois, em caso contrário, estes processadores de nada iriam diferir dos processadores clássicos. Como podemos ver, tudo indica que a mecânica quântica seja a teoria correta para descrever os fenômenos físicos em qualquer escala de energia.
O universo macroscópico só seria um caso particular para o qual há uma forma mais eficiente de descrição; a mecânica newtoniana. Esta pode ser obtida como um caso particular da mecânica quântica mas a recíproca não é verdadeira. Muitos autores, por não se sentirem confortáveis com a chamada interpretação ortodoxa ou de Copenhagen da mecânica quântica, tentam criar teorias alternativas para substituí-la.
Entretanto, cabe notar que, apesar da sua estranheza, a mecânica quântica não apresentou qualquer falha desde que foi elaborada na década de 20, o que não nos proporciona evidência experimental que aponte para onde buscar as questões capazes de derrubá-la. Amir O.
Caldeira é professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A lição do perdão

Este conto infantil me foi lido quando tinha 46Anos, para mim era como se eu tivesse 6.
Estava em um lugar de renascimento foi o ultimo dia de um retiro espiritual cheio de ensinamentos.
Todos estávamos tristes e felizes.
A tristeza era iminência da saudade que aqueles dias iam deixar,a felicidade era da nova oportunidade de ver  a vida sobre um novo angulo e todos os prismas.
Sentamos todos no chão, eramos pouco mais de 50 adultos rodeando nossa bela professora que nos presenteava com o conto abaixo.

A PEQUENA ALMA - A LIÇÃO DO PERDÃO
Por Neale Donald Walsch,
Autor do livro "Conversando com Deus"

Era uma vez, em tempo nenhum, uma pequena alma livre conversando com Deus sobre a própria identidade.
- Eu sei quem sou!
E Deus disse: - Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou: - Eu sou Luz
E Deus sorriu. - É isso mesmo! - Exclamou Deus. - Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
- Uauu, isto é mesmo bom! - Disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava.
A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era.
Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar.
Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz.
Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida.
Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol.
E o Sol não seria não seria o Sol sem vocês.
"Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz - eis a questão".
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.
Deus sorriu novamente.
- Já pensei.
Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres.
Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.
Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento.
Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois.
E por isso, - continuou Deus-quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.
"Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela.
Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!"
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.
- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"!
Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou a perceber.
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado.
É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestável.
É especial ser generoso. É especial ser simpático.
É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.
Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.
Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar.
Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela.
Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa.
Queria saber como é ser essa parte de especial.
E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.
Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse: 
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito!
Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti!
O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça?
O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim.
Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios.
Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita.
Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois.
Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão.
Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.
- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa.
Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti?
És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim! 
E- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - Interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.
E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.
- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - Interrompeu a Pequena Alma - Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei-de esquecer! - Gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer.
E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! - Prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que deus lhe tinha dito.

Lembra-te sempre -  Nao te enviei senao anjos,para que aprendesse a perdoar.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Abandono ou distanciamento?

Afastar para se fortalecer e depois auxiliar, ou abandonar os que ainda sofrem na agonia de não conseguir o autocontrole emocional, para se proteger e não ser contaminado por seus desequilíbrios?

Percebo que este é um processo que muitos passamos quando descobrimos o caminho da paz.

Em minha opinião cada ser tem sua verdade e suas capacidades de suportar e fazer suas escolhas.

Em mim a teimosia de aprender e ensinar é a mais agradável.

Estar sempre juntos, levar a cura em busca da eliminação do sofrer pela ignorância, lutar contra os argumentos que aprisionam a mente no pântano do sofrimento.

É como um doente que não tem toda a cura e sabe que o que lhe curou eliminando parte do sofrer, pode também auxiliar os que ainda sofrem a doença.

Aposto no apoio imediato e não no afastamento para total revitalização em detrimento do sofrer continuado dos que deixamos para traz.

Prefiro esta maneira, mesmo que ela me faça sofrer a dor de ver os que amo sofrendo inutilmente.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Respeito é para quem tem?

Algumas frases que retiro dos muros pixados me levam a experimentar e práticar a informação que a mensagem significa.

''Respeito é para quem têm ,,

Refletindo esta frase retruco mesmo antes de começar a refletir com uma resposta automática

Como os que não o tem poderão aprender o    que é respeito se não forem respeitados por sua ignorância?

Penso que devemos, nós indivíduos que entendam, praticam e vivenciaram a vida com e sem o respeito, que propaguem a informação, de que a vida com respeito é muito mais produtiva, saudável e feliz.

Sejamos nós os iniciadores do despertar das mentes aturdidas pelo medo e ignorância,acendendo lhes a percepção das nossas atitudes e exemplos explícitos dos atos de respeito ética e honra.

Respeito é para quem têm, quem não têm, o exemplo ensina.
Seja exemplo da mudança que você quer para o mundo.